Fatale


14/02/2008


Hoje viva!

 

 

Viva a toda diferença

E qualquer forma de descrença.

Palmas para as distintas

Formas de dizer uma sentença.

 

Venere a alegria

A nossa maior energia.

Reverencias a felicidade

A apaziguadora de tanta crueldade.

 

Contemple a aurora

A graça aguardada por horas.

Respeitem o caos e o silêncio

Inquietos em seu suplêncio .

 

Hoje vivas e

Prezes o aplauso para o que fizeste ontem

Pois indiferente do resultado tens a chance

De continuar, rever ou restituir, impossível é destruir.

 

Nossa é a escolha

O lado e as linhas na folha.

Cuiabá, 13 de Dezembro de 2007.

Autor:●๋• є[M4***** ●๋•

 

 

Escrito por Elvis Cley às 20h29
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Arespeito do tempo ...

 

 

Hoje não, mas se lembre...

Houve tempo em que o vento

Era certeza de manifestações

Provenientes da natureza.

 

Doce ingenuidade é a beleza

Escondida na face onde adentra

 Um universo de curvas e alucinações.

 

Já existe agora a frieza

E taças intocáveis a mesa.

 

Latas, xícaras, copos e taças

Inúteis a quem em fuga

Foge e teme a irrevogável desgraça

Ou talvez uma dádiva sem graça.

 

Senhores mortais, fingidos e devassos

Voltai-vos para o infinito e

Insuficientes diante do mestre

Resguardem o momento dando-lhe os braços.

 

Hoje não sei, mas lembre-se

Houve tempo que o inferno

Curvava-se perante a cruz

E a descendência da pedra, também traia Jesus.

 

Agora talvez, já foi à hora

De dizer palavras de outrora

Se morra, Antes a imagem que as asas

Se acabe, Antes o fogo que as pedras.

 

Que perdure a vida

Que prossiga o tempo

Que os padres morram e que os pobres se embebedam

Antes que o mundo desaconteça. Assim seja.

 Cuiabá , 16 de Dezembro de 2007.

Autor:●๋• є[M4***** ●๋•

Escrito por Elvis Cley às 02h06
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QUERIA TE FAZER FELIZ...

 

 


 
Olhe pôr mim.
Dê-me atenção, por favor.
 
Eu te faço feliz?
Diga-me... sorris a me ver?
 
A angústia que me atormenta
meus sonhos que naufragam,
eu, um humano...  te faz feliz?
 
Pois vamos meu amor, não chores.
Não és o único que tens uma vida ao seu dispor
e não sabes usá-la a seu favor.
 
Mas Então, olhe para mim.
E Dê-me atenção por favor.
 
...te faço feliz?
Sabes o que sentes a me ver?
 
Minha alma figurada na cara
uma imagem que você desconhece,
não sabes se sou eu ou quem foi... definitivamente...
isto não te faz feliz!
 
Ah... vamos meu amor, não chores.
A aparência castiga os feios,
ilude os vaidosos e destrói os de quem dela vive.
 
Agora tente... olhar para mim,
Suplico sua atenção... Por favor.
 
Eu te faço feliz?
Sabes que eu morreria por ti?
 
Vamos meu amor, responda e responda rápido,
antes que chores.
Venho morrendo todos os dias,
porque não me conheces mais,
não sabes mais o que fazer de nós e és
incapaz de responder-me se te faço feliz.
 
Meu amor... Acabou...Agora chores.
 

Escrito por Elvis Cley às 01h44
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13/02/2008


 

 

CORTESÃ.

 

 

__Boa noite a todos, e até amanhã.

Os créditos subiram e terminava mais uma edição do telejornal ancorado por Henrique Clair e Margareth Trevisan.

__Vou passar no shopping para comprar trufas para a Paola. Ela adora trufas de chocolate com morango. Posso te deixar na sua casa, Margareth... Aceita carona?-disse Henrique ao tirar o ponto, descendo da plataforma de apresentação.

A novela entrava no ar.

__ “Abaixa esta arma, Raquel.”

__” Estas, com medo... desgraçado?... quantas vezes você me agrediu, me bateu, fez o que quis de mim e eu não pode fazer nada? Você vai pagar por isso,... ah vai... Vou soltar o gatilho e seus miolos perturbados, vão se espatifar.”

__Douglas. - irrompe Paola. -Desligue a TV.

__Não. Olhe só a novela. Será que ela vai atirar?

__Ah Douglas, por favor!Já entrou a abertura... Estão enrolando. Esta daí é uma trouxa nasceu para apanhar. Dê-me um charuto.

Paola e sua espontaneidade. Uma empresária incidida e de arrogância peculiar, tanto quanto seus seios voluptuosos.

__Olhando para você nesta camisola vermelha com o cubano na boca...

__Vislumbras Paris. - terminou a frase.

__Sim... Era o que iria dizer!

__Ha, há, há! – sorriu meticulosamente, tragando o cachimbo. – Paris angaria os melhores cafetões das esquinas de todo o mundo. Verdadeiramente não se vêem prostitutas com tanta classe como lá.

__Mas nem lá é possível encontrar uma deusa de longos cabelos ruivos, olhos verdes e olhar de felina como tu.

__Oh, meu querido. Lisonjeada fico com seu apreço por minha pessoa, mas o que queres de mim e eu de voce, não são palavras. Neste

Escrito por Elvis Cley às 01h59
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quesito meu jornalista é infinitivamente melhor que nós. - e aproximou-se do homem que ali estava, sentado, a lhe admirar.

__Paola...-cochichou Douglas.

__Douglas...- incitou Paola.

E beijaram-se apaixonadamente.

__Quero o seu corpo, Paola.

__Uhn... Sério? -disse ironicamente, soltando um leve sorriso pelo canto dos lábios.

Douglas fendeu o zíper de seu vestido. E ela, pois se de pé, deixando cair à envolta de seu corpo o que antes vestia.

__Uau. – contemplou o tarado, de sexo, já ereto... Tomando seu champanhe em uma suntuosa taça.

Paola lambeu os lábios, virou-se de costas e mostrou lhe os declives de seu corpo. Jogou seus longos cabelos ruivos, iniciando movimentos lentos e sensuais, voltou-se para Douglas surpresamente e começando a aguçar-lhe os instintos, aproximou-se mais, lhe tirando, os sapatos, a calça, a camisa e os trajes baixos.

Encarou o densamente. Apertou-lhe o sexo. Catou lhe, as mãos e as abancou em seus seios, beijou-o ostentosamente e disse:

__Quero ver, o que podes fazer por mim... Safado, voluptuoso, apetitoso e perverso.

__Então verás. – disse, apertando-a contra seu corpo e mordendo-a no gasganete.

Henrique subia no elevador. Estava com as trufas de Paola. Trufas de chocolate com morango. Paola adorava chocolates, estas trufas eram suas prediletas... Sempre que por perto do shopping passava, ali parava para ostentar seu doce vício. O jornal havia encerrado há uma hora e ele se encontrava cansado... Mas mesmo assim, encontrara entusiasmo para um gesto de dedicação.

Levou a mão na fechadura, encaixou a chave e abriu a porta.

Estava em casa. Tomaria seu banho e depois passaria na casa de Paola, para levar-lhe as trufas. Decidiu porem, deixar suas pastas, pegar algumas peças de roupas e se encaminhar para o edifício de Paola. Era ali

Escrito por Elvis Cley às 01h52
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perto. Em minutos encontrava-se diante do apartamento 1107, do edifício Pantanal.

__Acho que ainda tenho a chave desta porta.

Encaixou a chave e o segredo, da fechadura rodou.

Zeloso, entrou cuidadosamente no apartamento. Como que para surpreender, não fez ruídos e absteve-se de tocar em nada.

Ligou a luz da sala, e encontrou Paola nua com seu amante, ambos dormindo, após a requintada sessão de luxuria que findara há instantes.

Neste instante a luz rasgou-lhe a retina e lágrimas desceram.

__Acorda vagabunda! – gritou.

Paola levantou-se nua de sobressalto.

Num ataque de desespero, Henrique pois se a falar.

__ Oi meu amor. Trouxe-lhe trufas de chocolate com morango, as que você mais gosta. – e jogou as trufas em Paola-.Passei no shopping e comprei-as especialmente pensando em você, estava com saudades. –as lágrimas, já desciam.-Desculpe-me por não ligar, para avisar que viria, mas cheguei a casa e estava com tanta vontade de te ver que decidi vir logo para cá, até deixei de tomar banho, pensando que faríamos amor, juntos, na banheira. –e caiu, no sofá.

Douglas levantou-se ao ouvir a voz de Henrique.

__Vamos fazer a três? – disse para Paola.

__Você esta bêbado, Douglas? Este é o jornalista. O  apresentador do Jornal da noite. Estávamos vendo-o ainda pouco na TV.

__Nossa. Ferrou. To indo nesta. – e saiu catando, suas vestimentas pela sala.

Henrique estava sentado no sofá, com o rosto entre as pernas. Chorava. Chorava, muito.

__Por quê? – disse com a voz embargada.

Paola se vestia e fechava a porta após a retirada de Douglas.

__Vamos Paola. Responda.

Escrito por Elvis Cley às 01h52
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__Não torne as coisas mais difíceis do que são. –apresentou-se Paola devidamente trajada, perante Henrique. - Acho que nossa historia terminou. Desculpe-me se o frustrei. Não sou a primeira nem a ultima que fará isto com você.

__Com certeza. Mas diz isto para aliviar sua culpa. Saiba que você não consegue. - e agarrou-a, dando-lhe uns safanões.

__Você esta louco? Vai me bater?

__Eu estou louco? Quem me procurou arrependida, pela vigésima primeira vez, pedindo, lamentando, implorando para voltar? Foi você. E agora o que vejo. Quem está louco aqui, é você! Mentira... Eu que sou idiota por ter te amado tanto. Por ter te perdoado todas as vezes que ouvi de você, seu falso arrependimento. Tenho vergonha de mim.

__Não, você é a melhor pessoa do mundo. Eu que não presto. Deve saber disto, me conhece muito bem.

 __Não, não conheço. Não era capaz de esperar isto de você. Voltamos há três dias, Paola. Três dias! Eu estava muito bem sem você. Parecia que enfim voltara a me apaixonar por alguém e você ressurge como que das cinzas, a fênix destruidora, para acabar com a minha felicidade.

__Não suportei ver você com aquela desafortunada.

__Margareth é uma ótima amiga. Uma Mulher excepcional, de caráter, índole, princípios e sentimentos nobres, coisas que você nem de longe é capaz de imaginar, muito menos de realizar enquanto pessoa.

__Sei que é ótimo com as palavras. Prefiro não ouvi-las. Não quero que me machuque. Antes você do que eu. Por favor, retire-se. Obrigado pelas trufas.

Henrique estava atordoado. Sua historia com Paola, era longa. Conheceram-se pela internet há quatro anos. Logo na primeira semana começaram a namorar. Paola o encantara, mas parecia que Henrique tinha surtido o mesmo efeito em doze muito maiores na jovem empresaria. Com quatro meses a primeira separação. Idas e vindas. Não passaram nem uma data especial juntos. Natal, ano novo, aniversários de namoro, de nascimento... Sempre separados.

A fantasia e a ilusão que criaram nestes quatro primeiros meses, tornaram-os prisioneiros um do outro.

Escrito por Elvis Cley às 01h52
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Infidelidade, frustração e desrespeito, marcas da relação de ambos. Em um mais, no outro menos... Sempre assim, foi.

__Não, vou sair.

__Vai sim. Não temos mais nada para dizer. Passar bem. Boa noite. Bom dia amanhã. Ótima semana. Magnífico mês. Excelente ano. Uma vida prospera. Descanse em paz. Suma daqui!- esbravejou.

__Quatro anos, e é agora que parece tornar-lhe a consciência. Tarde demais. Se já menosprezava ou a desrespeitava por seu raciocínio patriarcal,... fingido, vale lembrar, muito menos agora que vejo que tudo o que diz é embuste, falsidade, lorota, aleivosia, calunia. Meretriz!- gritou agarrando-a e rasgando-lhe o vestido.

__Antes mesmo uma puta, excepcional profissional do sexo, do que você, um idiota retardado, infeliz e depressivo.

__Você esta olhando para mim, não para sua imagem no espelho. Eu sou o homem que te amou, com condecoração. O mesmo que você enganou e ludibriou sem se quer ao menos pensar no que poderia acontecer se você assim não agisse. Talvez hoje ele fosse feliz, este homem. Este coitado, infeliz e depressivo que mesmo assim, ainda tem amor para te oferecer, maldita. - e o pranto fez-se amargo.

__Chega! Se você quer me fazer sentir má. Escolha ser bruscamente grosso ou lentamente frio, não me venha com o cartaz de homem romântico e apaixonado. Por favor, meu querido, Isto é brega. Cansa.

__Todas as vezes que tive a oportunidade de recomeçar você ressurgiu, para me atazanar. Você é um carma maldito. Uma desgraça anunciada.

__E daí? Você gosta...! Alias você e muitos outros, gostam. Sozinha eu não fico. Quando assim estou, tenho você para amar. - e riu, ironicamente. - Para seu desgosto não sigo a máxima “melhor sozinha do que mal acompanhada”, odeio a solidão. Prezo a diversão. E estar do seu lado é uma graça, mesmo você sendo este bobo romântico sem graça, sua cara me lembra a de um palhaço, suas atitudes a de um personagem de romance falido. Como não se sentir o máximo do lado de alguém tão mínimo? Você faz bem para o ego das pessoas. Um jornalistazinho, com uma vidinha medíocre e pacata.

__É para isso que me quer. Para se sentir melhor, me humilhar. Você é louca. Não se contenta em fazer da vida de seus funcionários um inferno?

Escrito por Elvis Cley às 01h51
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Nada te satisfaz. Não se contenta com a derrota e a cara de insatisfação, de todos que estão a tua volta?

__Não! Não me satisfaço. Nada me contenta. – e rancou seus trajes íntimos, ficando nua. - Eu sou infeliz mesmo. Sou sim. Sou rica, tenho dinheiro, muitos homens, mas sou infeliz! E você, agora, está satisfeito? Queria arrancar-lhe dinheiro, como tem menos do que eu, roubo sua felicidade, sua vida, sua criatividade. Quer ouvir mais? -desabafou. Me estrupe. Vamos rasgue-me. Não presto, não tenho valor. Sou louca. Faço infeliz tanta gente, deixe-me ao menos satisfazer seus instintos carnais.

Henrique prontamente tirou seus vestuários e logo encontrava se despido. – começou a provocá-la, esfregando-lhe o pênis duro em sua cara e apertando seu rosto contra suas partes.

__Seu distintivo é de catedrática sexual. Só assim se sente útil, capaz. Sabe o que faz e faz muito bem. A experiência faz isto. Parece irretocável. - puxou-a para junto de si. - Mas eu não há quero. Não mais. Você é uma meretriz barata. Não me deito com cortesãs testadas como tu.

__Parece que recobrou a consciência, senhor jornalista. Agora que já sabes que sou uma empresaria do ramo,... Não me queres mais. Tens vergonha, certamente. Hipócrita.

Henrique soltou-a, fitando-a nos olhos... enxergava-a. Viu seu balançar de cabelos. Recobraram a ele, em fleches, momentos de excitação.

Cuspiu e virou-lhe as costas.

__Psiu. – chamou Paola.

Henrique, não olhou.

Paola atirou.

__Não se vira as costas para uma cortesã, como eu Henrique Clair. Você devia saber disto.

E o jornalista caiu com um tiro nas costas.

No chão, lágrimas rolavam dos olhos de Henrique. Paola aproximou-se.

__Não, não chores.

__Olhe pôr mim.Dê-me atenção, por favor....Eu te faço feliz?
Diga-me... sorris ao me ver?A angústia que me atormenta meus sonhos que

Escrito por Elvis Cley às 01h51
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naufragam, eu, um humano... não te faço feliz?Vamos Paola... não chores.
Não és a única que tens uma vida ao seu dispor e não sabes usá-la a seu favor.Mas olhe para mim.Dê-me atenção por favor.Eu,...te faço feliz?Sabes o que sentes a me ver?Minha alma figurada na cara uma imagem que você desconhece, não sabes se sou eu ou quem foi... definitivamente...isto não te faz feliz.

Paola chorava.

__Pois vamos meu amor, não chores. A aparência castiga os feios, ilude os vaidosos e destrói os de quem dela vive.

Com a cabeça entre as pernas, Paola, ouvia silenciosamente as palavras de Henrique.

__Agora, seja mulher... olhe para mim, e dê-me atenção... Por favor!Eu te faço feliz? Sabes que morreria por ti?
...Você me matou, Paola. Eu estou morrendo.

__Melhor assim, meu amor. - e acariciou o rosto de Henrique. - Certamente nossa historia findaria. E seria triste. Muito triste. Ao menos assim, temos um Grand finale. O que acha? – riu, e chorou.

__Chame o médico. Ajude-me. Não me deixe, morrer. Daria a minha vida por você.

__Não, você mente. Você é só um idiota apaixonado. Você nunca me amou. Se assim fosse não teria me deixado varias vezes. Senti tanto sua falta.

__Eu te amo, Paola. Eu te amo. Eu te perdôo. -disse chorando, e com a voz limitada. - Desde o dia que nos vimos à primeira vez eu te amei, sempre assim foi, desde então, eu tentei,... Tentei mas não consegui. Quis deixar de amá-la, mas tudo o que consegui foi sofrimento e dor. Perdoe-me por tudo. Eu fracassei você precisou de mim, e eu te deixei... Mas agora terminou, e é definitivo.

Henrique morrera.

Paola olhou, e os olhos de Henrique a fitavam atentamente. Era um olhar de piedade, de amor e de paixão. Mas já era um olhar sem vida.

Não era engano. Era carinho. Não era mentira. Era lealdade.

__Não. – disse, enxugando suas lagrimas.

Agora era claro. Era mesmo perfeito. Não era ilusão. E porque havia feito aquilo. Por que tanto ódio do amor?

__Não pode ser? Ah meu Deus, por favor. Não!- e debruçou-se sobre Henrique. Este homem meu amou... o único! E eu o matei... Não, porque me deixou fazer isto? Ai que desgraça é a minha vida, maldita à hora do pecado que me originou.

...

Escrito por Elvis Cley às 01h51
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suas moças, atirou-se da varanda do edifício onde morava na Avenida Fernando Correa da Costa, 21º andar. As pessoas que avistaram o corpo, assim que atirado em ato de suicídio, relataram que de longe seu corpo parecia todo ensangüentado. Mas a cortesã morreu de traumas internos, sendo que sua aparência externa encontrava-se intacta na hora do translado para o IML. Conforme nota divulgada, tratava-se do vestido da dama da noite. A mesma foi cremada as 18h00min do dia 05 de dezembro de 2007, aos 27 anos.

__Boa noite a todos. - disse Margareth. - E até amanhã!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cuiabá 31 de Dezembro de 2007.
Autor:
●๋• є[M4***** ●๋•

Escrito por Elvis Cley às 01h33
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